sábado, 13 de fevereiro de 2016

Como Economizar na obra com parede de Drywall


Que tal economizar na sua obra ? E ao invés de construir paredes de alvenaria, construir paredes de Drywall, uma parede de gesso cartunado, que facilita a instalação e remoção futura.
Separamos um video de  um de nossos fornecedores, esperamos que gostem. 





Veja abaixo como fazer: (ou contrate a PeC para realizar este trabalho www.obraspec.com.br
Todo conteúdo que vamos passar pra você é válido para o sistema construtivo drywall executado com montantes metálicos e placas de gesso acartonado. Nós reunimos o que há de melhor na literatura técnica (manuais, artigos, slides, videos, etc.) e juntamos com nossa experiência prática sobre o assunto para entregar este manual pra você.
#1) Projeto
Projeto-drywall-dicas
Antes de executar uma parede drywall é necessário ter um projeto que aborde no mínimo:
  • Detalhes genéricos de montagem das placas e estruturas.
  • Locação das divisórias.
  • Paginação das placas.
  • Reforços.
  • Materiais isolantes.
  • Portas e janelas.
  • Contato com parede e teto/forro.
  • Lista de materiais com especificações.
  • Detalhes dos outros sistemas que interajam com o drywall como por exemplo água fria, elétrica, esgoto, gás, rede lógica, entre outros.
Dica: Tome cuidado com tubulações de gás, devido aos vazios do drywall é preciso prever tubulação externa à do gás para drenagem do mesmo em caso de vazamento.
#2) Equipamentos e Ferramentas
Existem diversas ferramentas utilizadas para a instalação de drywall, faremos aqui uma classificação por uso com uma breve explicação dos motivos para tal:
  • Máscara: uso obrigatório quando trabalhando com mantas e presença de pó.
  • Óculos de proteção: uso obrigatório quando trabalhando com mantas e presença de pó.
  • Luvas de proteção: seu uso é permanente e visa proteger o funcionário.
Referência/Precisão: São equipamentos auxiliares no processo de montagem, usados para garantir a qualidade do serviço.
  • Laser multidirecional.
  • Fio traçante.
  • Trena.
  • Esquadro.
  • Nível de bolha ou prumo de face.
  • Finca pinos: guias podem ser fixadas com parafusos, porém o uso de pinos é mais eficiente.
  • Alicate puncionador: usado para fazer a fixação entre guias e montantes sem o uso de parafuso ou afim.
alicate-puncionador-para-drywall2
  • Parafusadeira para drywall: é uma espécie de furadeira com regulagem específica que evita danificar o papel cartão, o qual faz parte da estrutura da placa de gesso acartonado.
parafusadeira-para-drywall2
  • Serra copo: utilizada para perfurar as placas nas instalações elétricas.
Corte de Placas:
  • Estilete: principal ferramenta de corte de placas.
  • Serrote de ponta: utilizado para recortes especiais, reparos, etc., seu acabamento não é excelente.
Serrote de Ponta para Gesso
  • Plaina ou raspador: Utilizada no acabamento do recorte para deixá-lo reto.
plaina-martink
  • Lixa: Utilizada para dar acabamento final nos recortes de placas e emassamentos.
Acabamento:
  • Espátula de aço inox 14 cm.
  • Desempenadeira de aço inox 30 cm.
espatula-emma jane hogbin westby
#3) Sequência Executiva
Atenção: Não improvise, toda a mudança em relação ao projeto deve ser reportada ao responsável técnico.
Premissas para início:
  • Materiais:
    • Checar se todos os materiais necessários estão disponíveis.
    • Definir onde e como ficarão estocados os materiais.
  • Ferramentas: todas devem estar disponíveis para não precisar improvisar.
  • Serviços anteriores: muitas vezes a parede de drywall precisa interagir com as redes de elétrica, hidráulica, ar condicionado, etc., para tal é importante que as interações sejam cuidadosamente projetadas e estejam nas posições exatas, caso contrário devem ser realocadas.
  • Local de execução do serviço:
    • Checar nível do teto ou do forro.
    • Superfície de fixação das guias deve ser regularizada.
    • Evitar a presença de água e possíveis fontes de umidade.
  • Fazer um ambiente teste: Antes de começar a produção em larga escala é aconselhável fazer um apartamento ou ambiente teste e que sirva de referência para os demais.
  • Resíduos: Prever locais onde ficarão os descartes de material.
Durante a Execução
A execução segue uma série de etapas que precisam ser acompanhadas pelo responsável técnico (engenheiro ou arquiteto), principalmente quando do início dos serviços da equipe de montagem. As etapas são as seguintes:
  • Locação e marcação: Tomar cuidado com as referências utilizadas e esquadro.
  • Montagem da estrutura: Seguir os detalhes e recomendações de projeto.
cortar perfil-U.S. Army Corps..
  • Fixação das guias: Checar se esta sendo usada a fita banda acústica, que fica entre a estrutura metálica e o substrato (importância fundamental no isolamento acústico).
  • Fixação dos montantes: Checar detalhes estruturais em portas e janelas.
  • Reforços nos pontos indicados em projeto.
  • Checar prumo.
Drywall-W. Guy Finley
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Dica: Antes de fechar completamente as paredes checar  tubulações de água e elétrica, isolantes, reforços, etc.
  • A Rede Elétrica é instalada dentro da parede drywall, dentro de conduítes, as caixas de elétrica devem ser fixadas conforme orientação de projeto (podem ser comuns, fixas nos montantes, ou específicas para drywall fixas no gesso).
  • Em alguns casos existe tubulação de hidráulica, que deve ser instalada e testada. Caso estejam sendo usadas tubulações PEX, o uso de tubos conduíte permite a reparo na tubulação sem afetar a parede.
Dica: Os pontos de hidráulica devem ser apoiados em reforços, evitando que sejam danificados ou “se percam” dentro do drywall.
  • Isolamento acústico e térmico de acordo com projeto:
    • Todos os vãos devem ser preenchidos.
    • Pontos aonde existem recortes no gesso acartonado são regiões críticas. Mantenha a distância mínima de 20 cm entre pontos em lados opostos da parede.
    • Cuidar para que todos trabalhem com os equipamentos de proteção, principalmente quando manusear lã de vidro.
  • Tratamento das juntas entre placas: Tratar todas as juntas com no mínimo “massa + fita de papel microperfurado + massa”.
  • Acabamento final: Depende do que será aplicado sobre o drywall. Para cerâmicas, por exemplo, o tratamento de juntas é suficiente, por outro lado, pinturas exigem regularização.
Finalizada a Instalação
  • Fita: checar se todas as juntas e cantos foram tratados com fita de papel.
  • Massa: Checar se foi passada a massa de acabamento nas juntas e nos parafusos.
  • Acabamento: Checar se todas as paredes apresentam bom acabamento superficial, prumo esquadro adequados.
  • Checar se os pontos de elétrica, hidráulica, etc., foram instalados corretamente.
  • Limpeza e retirada das sobras de material

Fonte: engenheironocanteiro

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Como fazer um Sistema de captação de água da chuva

A melhor época para providenciar um sistema de captação de água de chuva é antes das chuvas fortes. Por isso, nestes meses em que muitos estados brasileiros passam por um período mais seco é um bom momento tanto para corrigir problemas com os telhados, como para planejar e instalar um sistema de captação de água das chuvas.
A captação de água das chuvas, realizada tanto por empresas e residências, não impacta apenas no orçamento. Com a impermeabilização das grandes cidades (São Paulo conta com um índice de impermeabilização de 45%), enchentes são assunto comum durante a estação chuvosa. Por isso, jardins, canteiros, telhados e fachadas “verdes” e captação de águas são ações importantes que cada um pode realizar para minimizar os impactos do crescimento desordenado das cidades.

Modelo de cisterna em tambor – baseado no modelo de mini cisterna da Sociedade do Sol

Elaborada pela Sociedade do Sol, a Minicisterna para Residência Urbana é um projeto versátil e de fácil execução, mas não menos eficiente. De fato, esse modelo apresenta tudo o que uma cisterna precisa, só que em escala para um tambor de 200 litros. Veja o desenho abaixo:
1- entrada da água de chuva na Minicisterna; 2- TÊ que direciona a água para o tubo redutor de turbulência e o excesso para o ladrão; 3- freio redutor de turbulência; 4- pequeno orifício para escorrer toda a água de dentro do redutor de turbulência, para quando esvaziar a Minicisterna; 5- pequena barreira para forçar com que o fluxo de água passe pela Minicisterna pelo item 3, para depois sair pelo ladrão através do item 6; 6- saída do excesso da água de chuva para o ladrão (extravasor), levando junto as sujeiras que ficam na superfície da água; 7- ladrão ou saída para mais uma bombona ou cisterna; 8- torneira para usar a água da Minicisterna; 9- válvula de retenção (válvula de pé ou válvula de poço); 10- saída para conectar a uma bomba de água para retirar a água da Minicisterna.; 11- válvula de tanque (ralinho) com registro para eliminar toda a água de dentro da Minicisterna; 12- mangueira (externa) para visualizar o nível da água (medidor volumétrico) de dentro da Minicisterna; 13- indicador do nível da água – bolinha flutuante preta; 14- abertura com tampa para colocar o clorador dentro da Minicisterna; 15- cordinha para prender o clorador na tampa (fio de PET); 16- clorador submerso (pequeno pote com alguns furinhos). Fonte: Sociedade do Sol
A vantagem desse modelo é que podemos adaptar segundo o espaço disponível e o tipo de uso destinado à água. Aqui em casa optamos por dois tambores de cerca de 220 litros. Um capta água exclusivamente para lavagem do quintal e o outro capta água para as plantas. Veja abaixo o tambor de água das plantas:
Meu sistema com um tambor usado de 220 lts
O sistema é bem simples: a água que desce da calha passa pelo rufo, passa pelo filtro de folhas e pedras, enche o dispositivo para separação da primeira água e depois vai para o tambor.
Filtro e recipiente para chuvas fracas
Para o filtro, fiz um furo no rufo com um kit corta-copo (furadeira) e fixei um pedaço de tela mosquiteiro no mesmo, usando Durepoxi. Repare que deixei uma queda dentro do furo, de forma a facilitar a saída das folhas.
Filtro
Fiz o recipiente para águas fracas no mesmo rufo.  Na ponta do mesmo, fixei a parte superior de uma garrafa de amaciante com Durepoxi e vedei com cola siliconada. Assim, quando esse espaço fica cheio (em chuvas médias e fortes) é que a água passa para o tambor.
Recipiente para chuvas fracas
modelo de filtro da Sociedade do Sol é um pouco mais sofisticado, embora o trabalho compense pela estética da peça. O modelo de separador de águas, que é muito semelhante ao do livro Soluções Sustestáveis – Uso da Áqua na Permacultura, é o seguinte:
Com o compartimento cheio uma bolinha faz a vedação, mantendo a sujeira fora do tambor.
Depois do filtro e do separador, entra a torneira, que precisa ser posicionada um pouco acima da base do tambor para evitar os detritos no fundo do tambor. Nessa instalação pode-se usar um flange (de acordo com o tipo do tambor) ou fixar a torneira diretamente no tambor. Essa foi a opção que fiz, fixando a torneira com Durepoxi.
Por último, é preciso instalar um ladrão no tambor para dar vazão á agua excedente. Para isso, fiz um furo com o kit corta-copo no tambor e instalei uma curva. Cabe ressaltar que, caso o cano passasse de um lado a outro do tambor (modelo da Sociedade do Sol), a curva ficaria na ponta do cano.
Um outro item importante, que devo instalar em breve, é o compartimento para colocar cloro de origem orgânica, de forma a evitar proliferação de bactérias e outros microorganismos.
Por fim, considerei os demais itens do modelo de Minicisterna da Sociedade do Sol desnecessários para o que precisamos em casa, mas você deve avaliar conforme a sua necessidade. Para ajudar, relacionei abaixo quatro perguntas básicas que precisam ser feitas antes da instalação do seu sistema:
  1. Quais os usos que serão dados para essa água?
  2. Onde ficará o recipiente para a captação da água? O espaço que tenho fica próximo ao local em que farei uso da água? Caso negativo, como farei para a água chegar no local? – essas são questões importantes pois você pode captar a água mas, em função da dificuldade para usá-la, vai acabar desistindo no sistema.
  3. Conheço o uso e o local disponível. Como farei para instalar o tambor? – é preciso avaliar as modificações necessárias caso-a-caso.
  4. De quais materiais e equipamentos precisarei? – ter todos os itens a mão é fundamental para não deixar o projeto pela metade.
Fonte: maiscommenos

Como fazer um jardim

De vida para os ambientes, um ar de natureza é sempre muito bem vindo.
Ai vai mais algumas dicas bem bacanas. 

Há diversos modelos de jardim suspensos que trazem um verde natural para dentro da sua casa, seja na parede da varanda, da sala ou até mesmo da cozinha. Esses jardins são iguais aos comuns, precisam dos mesmos cuidados e manutenção. A única diferença é que, como são planejados na vertical, em vez de serem colocados na horizontal, é preciso dar uma atenção especial à rega para não faltar água às plantas (já que muitos locais usados para os jardins verticais ficam ao abrigo das chuvas) nem afogá-las (usando suportes impermeáveis).

Uma forma de manter a rega em um volume adequado é por meio do gotejamento – um sistema que, como diz o nome, realiza a rega gota a gota. Com uma mangueira pequena perfurada, as gotas são distribuídas diretamente na terra em que a planta está enraizada. Assim é possível manter a umidade do solo. Para esse sistema, é necessário um temporizador para controlar o tempo de irrigação. Isso é indicado para projetos mais complexos, como no caso dos jardins de bocos pré-moldados ou de peças de cerâmicas fixadas na parede. Nesses casos, é melhor procurar um especialista para impermeabilizar a parede e instalar o sistema de irrigação.
Veja Como Fazer um Jardim Suspenso - Dicas e Fotos
Se você pretende fazer um jardim mais simples, pode fazer um modelo sozinha, usando garrafas PET, vasos ou até mesmo com uma sapateira de nylon. Esses modelos de jardins verticais também são positivos por ficarem destacados da parede e, assim, evitam passar umidade ao prédio e por combaterem o efeito ilha de calor urbano. Além disso, eles formam uma decoração ainda mais ecológica e sustentável com o reaproveitamento de materiais.
Confira também nosso artigo ensinando a fazer um belo Jardim de inverno.

Escolha as Plantas para o seu Jardim

Veja Como Fazer um Jardim Suspenso - Dicas e Fotos
Os jardins verticais aceitam qualquer planta – ornamental ou de cultivo. Mas cuidado na escolha das plantas. Não adianta ser apenas bonita, ela tem que se adequar ao local que você dispõe para o jardim. As plantas são divididas em três grupos: as de pleno sol, que precisam de pelo menos quatro horas de sol direto por dia, como as azaleias e as onze-horas; as de meia-sombra, que não recebem sol direto em nenhuma parte do dia, mas precisam de pelo menos quatro horas diárias de luz indireta, alguns exemplos são a violeta-africana e o lírio-da-paz; e as plantas de sombra, que recebem apenas luz difusa, entre quatro e seis horas por dia, sem sol ou claridade direta, como a jibóia e a palmeira-ráfis.
Veja Como Fazer um Jardim Suspenso - Dicas e Fotos
Outros detalhes que você deve prestar atenção quando for escolher a planta para o seu jardim vertical são: o tamanho das plantas e a quantidade de vento no local. Na hora da compra, não tenha vergonha de consultar um profissional (paisagista ou técnico agrícola), para pegar dicas e orientações sobre a instalação, as regas e as podas. A primeira dica de muitos jardineiros é usar o substrato à base de turfa, uma matéria orgânica que ajuda no desenvolvimento da planta, retendo mais umidade que um substrato convencional.

Um jardim de PETs

Veja Como Fazer um Jardim Suspenso - Dicas e Fotos
O arquiteto Marcelo Rosenbaum, que comanda o quadro “Lar Doce Lar”, no programa Caldeirão do Huck fez um jardim vertical usando garrafas PET e passou as dicas para quem quiser fazer um igual. Antes de qualquer coisa, é preciso que você tenha disponível um local em que o piso possa receber umidade, já que pode haver uma excesso de água que escorra para o chão. Por isso, o ideal é montá-lo em um local que tenha gramado ou área em que a água possa cair. Você vai precisar de: garrafas PET de dois litros, tesoura, corda de varal ou cordoalha ou barbante ou arame, arruelas (somente para quem optar por cordoalhas ou arames), terra e muda de planta.
Após escolher as garrafas, lave-as e seque-as. Em seguida, faça um corte das garrafas criando uma espécie de janela, que será a abertura por onde a planta irá crescer. Cuidado para não cortar completamente as laterais da garrafa, para que o substrato não vaze. Faça também dois furos na região próxima às aberturas, superior e inferior. Será por esse espaço que o cordão que segura as garrafas irá passar. Segundo o arquiteto, o ideal é que todas as garrafas tenham marcações em distâncias equivalentes, para manter a simetria quando forem penduradas. O fundo de todas as garrafas deve ter um furo, para escoar o excesso de água.
Veja Como Fazer um Jardim Suspenso - Dicas e Fotos
Para preparar o plantio, coloque dentro da garrafa, primeiro, algumas pedras e uma pequena camada de manta geotêxtil, que é um tipo de tecido para ajudar a drenar o jardim. Por último, coloque a planta e o substrato. No lado oposto, faça um pequeno furo ou até três furos do tamanho de um prego (para pingar e a planta não se afogar). Depois, escolha uma maneira para fixação das garrafas. Uma sugestão é pendurá-las em um varal, colocando as garrafas em sequência. Agora, você terá de regar e podar sua planta, conforme a necessidade dela.

Jardim de Sapateira

Uma outra forma de criar um jardim suspenso sustentável é usar uma sapateira de nylon. Essa sugestão é da paisagista Caterina Poli. Para fazer usar essa decoração ecológica na sua casa, você vai precisar de uma sapateira de nylon, um varão de cortina de 1,50m com suportes, uma pá de jardinagem, 1kg de argila expandida, 1kg de terra vegetal. Caterina sugere o uso de plantas suculentas, que são mais resistentes e necessitam de rega somente uma vez por semana. As espécies indicadas são: aórtia cuspidata, dedinho-de-moça, ripsális arbustivo, rosa-de-pedra, aórtia e colar-de-pérolas.
Veja Como Fazer um Jardim Suspenso - Dicas e Fotos
Encontre o espaço em que o seu jardim vertical ficará instalado. Assim como o jardim de garrafa PET, neste caso, a água excedente da rega pode escorrer, então escolha um local apropriado para isso. Coloque o varão na parte superior da sapateira. Instale o suporte do varão na parede como se fosse uma cortina. Comece a preparação colocando cinco dedos de argila expandida em cada parte da sapateira que for usar para o plantio. Cubra com terra adubada, a metade do espaço que sobrou de cada bolso preenchido e coloque as mudas.
A paisagista alerta sobre o cuidado que se deve ter com as raízes ao fazer o plantio. Se a sua sapateira não tiver uma boa drenagem, faça pequenos furos no fundo de cada bolso. Isso evitará que suas mudas fiquem encharcadas e possam morrer. Outra dica é colocar as plantas que ficam maiores nos bolsos mais baixos.



Fonte de pesquisa: nadafragil